MAS QUE TÉDIO! 
MAS QUE TÉDIO! 
A animação da Disney raramente desilude, e este é mais um exemplo do que melhor se faz em animação. Um conjunto de personagens delirantes que animam hora e meia de filme da melhor maneira.
Um filme de acção à antiga, com um Liam Neeson bastante credível, apesar da idade. Momentos de pura adrenalina. Creio que foi o filme mais injustamente mal-tratado pela crítica e adesão de público desta lista.
8º JOURNEY TO THE CENTER OF THE EARTH, de Eric Brevig
Este filme consta nesta lista porque é aventura pura como eu gosto, e é acção non-stop, onde não se perde muito tempo com explicações ou lamechices. E se for conjugado com o 3D ainda melhor.
Depois de Rocky Balboa (melhor filme do ano anterior), mais um regresso em grande de um personagem mítico. O filme é puro Rambo, com Sly em forma, apesar de tudo. E não deixa de ter uma mensagem política lá no meio. Daí que eu não ache que haja violência gratuita neste filme, apesar de algumas imagens mais violentas.
Muitos ficaram desiludidos com o regresso do arqueólogo mais famoso do cinema. Eu adorei, nem que fosse para ouvir a melodia numa sala de cinema. Spielberg ensina aqui como se deve fazer um filme de aventuras a esses que tentam imitar com Tomb Raiders ou National Treasures.
Sou fã de Narnia. Se o primeiro filme já era muito bom, este não lhe fica atrás. No meio de tantas adaptações fraquinhas desses livros de fantasia, é bom ver que há alguns realmente bons, ao contrário de por exemplo Eragorn ou Harry Potter.
Esta mistura de Godzilla e Blair Witch Project resultou num enorme filme. São vários os sentimentos que surgem durante a curta duração do filme, desde claustrofobia, adrenalina, medo... Enfim, tudo resulta num monster-movie perfeito.
A natureza humana aqui retratada de uma forma impecável. Darabont a provar que é a pessoa ideal para adaptar as histórias de Stephen King (também é dele Shawshank Redemption e Green Mile). E depois tem o final de filme mais improvável que me lembro.
Já tudo se disse deste filme de Batman. Com interpretações memoráveis, e uma história em forma de puzzle como Nolan sabe fazer, este filme é talvez o melhor filme de super-heróis de sempre.
Ainda hoje não encontro palavras para descrever esta obra-prima. Talvez "perfeição" seja a ideal.



No inquérito que a partir de hoje proponho, pretendo saber qual o melhor chefe de família. Para isso existem aqueles que para mim melhor representam o modelo de patriarca. Confesso que desde sempre Homer Simpson é um dos meus heróis. Depois surgiram outros dois que realçam as qualidades que um chefe de familia deve ter. Enfim... Tudo em prol de umas boas gargalhadas!Em português também se escreve boa música. Os Quinta do Bill são do melhor que se faz na língua de Camões. Esta já é de 2006, mas vale sempre a pena recordar.


Bem, eu dizia que nunca iria fazer um TOP relativo a Alfred Hitchcock, mas a vontade falou mais alto. Foi uma tarefa deveras difícil. Escolher 10 filmes no meio de dezenas de obras-primas. Só agora o fiz, porque apesar de me faltarem ver alguns, creio que já vi uns trinta e tal, e todos eles os mais importantes (se entretanto vir algum que se encaixe neste top, não tenho problema algum em refazê-lo). Por isso cá vai:
Uma curiosidade que salta à vista neste TOP, é a não-inclusão de filmes como Birds ou Psycho. Mas um TOP é isto mesmo. Trata-se da minha opinião e de mais ninguém. Não quero com isto dizer que não gostei desses filmes, aliás são dois dos maiores exemplos da arte de Hitchcock, mas o que é certo é que houve outros que eu gostei mais.
E com o Natal chegam os filmes mais direccionados para os putos. E como eu também tenho uma criança dentro de mim, lá fui ver este fim de semana o novo filme animação da Disney, o Bolt, versão 3D. E para não variar, lá está um grande filme (seja animação ou não). Com um conjunto de personagens secundários hilariantes, desde o grupo de pombos, ao hamster e à gata, passei uma óptima hora e meia.
E já que se tem falado tanto sobre o mestre Manoel de Oliveira, aqui fica um sketch do casal maravilha Nelo e Idália.
"Oscares de gajas, e saiu-me esta menção honrosa!"
E lá acabei de chegar de mais uma sessão no cinema. Há algum tempo que aguardava a estreia deste remake do clássico homónimo dos anos 50, e sinceramente nem sei se gostei. Foi com um sentimento estranho que saí da sala. Por um lado creio que esperava um pouco mais deste filme, por outro não desgostei. 



Em 1995 começou uma nova fase para James Bond. Começava aqui o reinado de Pierce Brosnan no papel do agente secreto. E nada mau para começar (o pior foi o que se seguiu). Goldeneye é tudo aquilo que um filme de Bond deve ser. Sempre disse que Pierce é um óptimo James Bond, apesar de os filmes serem todos fracos, à excepção deste mesmo.

Que Ricardo Araújo Pereira é a figura mais carismática dos Gato, nisso não há dúvidas. Agora o o grupo funciona bem, porque são isso mesmo um GRUPO. Na semana passada passou esta pequena pérola interpretada muitíssimo bem pelo Miguel Góis. Para quem não conhece Rui Santos, isto talvez não tenha piada nenhuma. Agora para quem conhece, eu acho que está do camandro.


Filme que não é propriamente muito assustador no seu todo. Trata-se de uma espécie de The Exorcist, mas sem o calibre do filme de Friedkin. Nem o facto de supostamente se basear em factos verídicos ou mesmo pelo elenco, o conseguem aproximar do verdadeiro filme de possessão.


